Qual foi o seu Acordo?

Em 27/05/2019 , Comments

Por Regina Cunha

 

VIVER A MISSÃO

Resumidamente, viver a missão de vida é sinônimo de felicidade!

Quantas pessoas no mundo estão tão distantes de si mesmas?  Vivendo por viver e se anulando para agradar o outro? Não conseguindo ver nenhum sentido na vida? Querendo morrer ao invés de aproveitarem a sublime oportunidade de viver?

Na verdade isso acontece quando não conhecemos o real motivo por termos nascido. A sensação é de que sempre está faltando algo, independente do tamanho das nossas posses materiais. Inconscientemente vamos construindo um castelo de ilusões que mais cedo ou mais tarde vai desmoronar...

Os Acordos Espirituais tem a função de descortinar os “olhos da mente”, para enxergarmos com os “olhos da alma”. Eles nos trazem a oportunidade de autoconhecimento e direção: quem somos e para onde vamos. É uma sensação intensa de renovação de crenças e libertação da alma. É um profundo renascimento...

Quando não estamos vivendo o que acordamos antes de nascermos, as situações cíclicas na vida começam a aparecer. E quanto menos compreendemos, mais intensos vão ficando os alertas da Vida, para que possamos seguir o nosso verdadeiro caminho. São dívidas sem condições de serem quitadas, brigas constantes, desemprego, acidentes, doenças, etc. Tudo isso vai gerando um desconforto existencial tão grande, para nos conscientizarmos de que existe um motivo muito mais profundo por estarmos aqui.

Os Acordos Espirituais também nos ensinam o respeito à nossa individualidade e integralidade. Individualidade, porque somos únicos; integralidade, porque somos luz e sombra num único ser... E fazemos parte de um todo universal: estamos todos conectados.

O caminho nos é oferecido. A escolha de trilha-lo é de cada um de nós...

 

O EQUILÍBRIO DO SER

O nosso equilíbrio está em cuidarmos das nossas quatro raízes: espiritual, mental, emocional e física.

A Raiz Espiritual está relacionada com a nossa conexão superior: fonte inesgotável de amor incondicional. Nossa relação com o Divino precisa ser de coração e não mental: como verdadeiramente sinto Deus e não como deveria senti-lo. Brigar com Deus é romper com a ligação direta do amor sublime do Pai, para em vão buscarmos nos outros o amor que eles não tem o dever e não podem nos fornecer... Começamos a gerar expectativas sobre eles, como se tivessem que fazer para nós o que, na verdade, não estamos dando conta de resolver. Quanto maior a nossa conexão, menor o nosso controle; quanto menor o nosso controle, maior a nossa gratidão; quanto maior a nossa gratidão, maior a nossa felicidade!

A Raiz Mental está relacionada com a nossa compreensão da Vida: conjunto de nossas crenças limitantes e empoderadoras. As primeiras, nos impedem de concretizar nossos sonhos; as segundas, nos auxiliam a coloca-los em prática! É preciso de autoreflexão para descobrirmos quais crenças tem conduzido nossas ações. E quando o assunto é mudança de hábitos, o primeiro passo é RESSIGNIFICAR, pensar diferente. Um dos nossos piores desacertos é querermos resultados diferentes e continuarmos com as mesmas atitudes... Como diria o sábio Preto Velho: “é fio, não adianta suncê procurar um caminho novo se suncê não mudar o jeito de caminhar”.

A Raiz Emocional está relacionada com as nossas emoções: refere-se aos nossos relacionamentos com a gente mesmo, pessoas, objetos e situações. Nas emoções moram as nossas relíquias. Nelas devemos concentrar nossos esforços de autocura. Transmutar tudo aquilo que não nos pertence mais... Todas tristezas, todas angústias, todas revoltas, etc. E para isso é preciso “permitir sentir”. Quantas vezes abafamos um sentimento de menos valia, por não aceitarmos que isso sim pode fazer parte de nós? E está tudo bem. Se não nos permitirmos sentir, não vamos nos conhecer... E não temos como curar o desconhecido... São nos nossos relacionamentos que as nossas emoções são afloradas. Fiquemos atentos ao nosso cotidiano, porque é nele que a Vida acontece. Os outros são instrumentos de cura das nossas feridas, da mesma forma que o somos para eles. Por mais que no primeiro momento repilamos a nossa dor é ali que precisamos “mexer”... Precisamos fazer nossas “cirurgias emocionais” e possuímos como “anestisias” a gratidão, o perdão e o amor por nós e pela humanidade. Tenhamos coragem! Não estamos sozinhos, mas “o médico” somos nós. Façamos as “nossas cirurgias”!

A conexão verdadeira com o Pai, nos faz compreender e agir na nossa cura!

A Raiz Física está relacionada a toda a nossa estrutura de vida: trabalho, casa, carro, situação financeira, cuidados com o corpo físico, nossos comportamentos, etc. Envolve tudo o que estamos materializando para a nossa vida, de acordo com as nossas atitudes/ omissões. É na ação que a gente verdadeiramente evolui... É aqui que a gente “faz o que precisa ser feito” ou não... A escolha é sempre nossa... E o quão importante é estarmos com a mente equilibrada, com as tarefas agendadas/ planejadas, para a execução fluir... Também são imprescindíveis a flexibilidade, o respeito aos limites, para rapidamente “recalcularmos a rota”, quando for necessário. Aqui são momentos de sorrisos, abraços, passeios, estudos, comprometimentos, sucesso, mas podem ser momentos de tristezas, soluços, dor, despedidas... Isso porque a vida é uma fluidez: alto e baixos. A questão é como lidar com essas situações: o quanto podemos nos iludir com a felicidade, ou o quanto vamos deixar a tristeza tirar a nossa paz. A felicidade nos ilude, quando acreditamos que não precisamos avançar mais; a tristeza tira a nossa paz, quando nos revoltamos com ela. E está tudo bem se nos iludirmos ou revoltarmos... Só não podemos permanecer nesses estados, porque eles são profundamente transitórios, porque a nossa essência é sempre a felicidade independentemente de qual seja o nosso estado atual: se estamos felizes, podemos ser mais felizes; se estamos tristes, também podemos ser mais felizes... O caminho ideal sempre é a felicidade!

Maximizar nossas crenças empoderadoras e remover e vigiar as nossas crenças limitantes, nos conduz a ações de sucesso!

 

A PRÁTICA

Para avaliar seu autoconhecimento, compartilho com você 4 perguntas empoderadoras:

1)    Você confia ou você controla?

2)    Quais suas crenças limitantes/ empoderadoras? (mínimo de 3)

3)    Quais suas feridas emocionais? (mínimo de 3)

4)    Você possui ações congruentes com suas metas?

Faça o exercício e compartilhe. Vou adorar saber se essa reflexão fez sentido para você!

A autorresponsabilidade é o antídoto da vitimização.

Você é o seu salvador, não o outro.

Muita luz na sua vida!

Um grande abraço!

Conheça mais sobre meu trabalho clicando na imagem abaixo.

 

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Um forte abraço.