A vida é um jogo

Em 20/05/2019 , Comments

Por Cidinha Graziato

 

Se você já jogou videogame, mesmo que tenha sido no console dos seus filhos, ou um joguinho desses de celular, este texto é para você.

De forma simples e gostosa, vou descrever a missão do jogo, os recursos, as armadilhas e os truques para passar de fase e não ter que, um milhão de vezes, apertar o start, já que nesse não dá pra salvar o progresso no meio da partida.

 

MISSÃO DE VIDA

 

Desde que nascemos, durante a infância toda e principalmente depois, temos um roteiro a seguir, e no final veremos se a missão foi ou não atingida. Mas qual, afinal, é a finalidade de estar vivo, e para que serve esta vida?

Evoluir é a difícil missão que assumimos quando fizemos a escolha de vir a este planeta escola chamado Terra, que é tão complicado, mas que amamos e não queremos deixar tão cedo...

Neste planeta, tudo é difícil, mas temos o poder de escolher.

Por exemplo, quando bebês levamos tombos e descobrimos que andar é difícil, mas ter que ficar no mesmo lugar também é difícil por causa da curiosidade natural, então, escolher um “difícil” é obrigatório... e fazemos a escolha que nos leva adiante.

É ainda quando crianças, desde o berço mesmo, que demonstramos as características de nossa personalidade, que são exatamente os nossos pontos fortes e fracos, nossas qualidades em que podemos confiar e  nos apoiar para viver uma vida boa e cheia de realizações, e nossas outras características não tão lindas e que, se forem ignoradas e permitirmos que elas nos governem, irão a todo momento nos embaraçar e embaralhar nossos planos e os resultados de tudo que fizemos para conseguir passar de fase, avançar, progredir, ter sucesso, enfim... evoluir.

 

ARMAS DISPONÍVEIS

 

O conhecimento desses detalhes é precioso, é como ter um arsenal à disposição para escolher qual atitude iremos adotar, que objetivos escolheremos, qual o “difícil” que abraçaremos para nos fazer progredir.

São esses, por assim dizer, os nossos recursos: ferramentas, força, combustíveis ou munição, número de tentativas (no joguinho seriam “vidas”, mas aqui não dá pra usar esse termo senão fica confuso). E o mais importante de todos eles, o tempo para completar cada fase.

 

DICA DE OURO

 

Na vida real, não temos armas nem combustíveis além das qualidades que trazemos ao nascer. Para dar uma ideia, capacidade de concentração, perseverança, dedicação, honestidade, comunicação clara, facilidade em criar laços, em delinear projetos, enfim, tudo aquilo que nos facilita a vida e ajuda a conquistar as metas que definimos.

Porém, temos nesse jogo da vida, cuja missão é atingir a fase final lapidados na nossa melhor versão: a força de caráter e de vontade, o número de tentativas que fazemos sem desistir do resultado, e o tempo que viveremos...

Esses aspectos se distribuem pelas quatro raízes que sustentam o pilar da nossa vida, e todas precisam estar bem cuidadas, e igualmente desenvolvidas. As quatro raízes a que me refiro são as áreas emocional, mental, material (aqui entram realização profissional, saúde do corpo físico, condições de vida e moradia, tudo que tem a ver com a parte mais concreta da vida) e espiritual.

Quando todas estão sendo alimentadas, todas estão regularmente desenvolvidas, sem que uma esteja exageradamente maior ou menor que as outras, então é porque temos a vida em equilíbrio, e passar de fase, ou seja, não empacar em uma situação ou problema repetidamente, é algo que fazemos sem maiores esforços.

 

Parece fácil, né? Pois eu digo que é simples, sim, mas não é fácil quando você desconhece a si mesmo, coisa a que a grande maioria de nós (sim, eu também, evidentemente) não dá muita atenção até que a dor de repetir os ciclos fique realmente incômoda.

Então, a dica de ouro é o autoconhecimento, como ferramenta para obter o equilíbrio das quatro raízes.

 

AUTOSSABOTAGEM – ARMADILHA FATAL

 

Algumas breves palavras sobre autossabotagem se fazem necessárias.

Há pessoas que sabem onde dói a alma, sabem porque dói, sabem o que fazer, onde ir, com quem falar para curar essa ferida, mas simplesmente não conseguem, em consequência de crenças limitantes, circuitos neurais, neurofisiologia, enfim, coisas que embora eu tenha uma noção geral de que se trata, estão totalmente fora da minha área de interesse atual. Talvez no futuro eu me dedique a esse aprendizado, mas neste momento, é algo fora do meu perímetro de atuação profissional.

Essas pessoas que enfrentam esses desafios merecem toda a ajuda que puderem obter, mas o problema é que elas não estão realmente interessadas em se ajudar.

Com todo o amor, indico a essas pessoas que procurem um profissional da psicologia positiva, que terá a formação adequada para lidar com essas questões.

Eu estou me propondo a ajudar aquelas pessoas que estão dispostas a se compreender, remover algumas resistências, assumir a responsabilidade sobre as coisas que a atingem, raspar alguns rótulos que outras pessoas colaram, em resumo, fazer a parte que lhes cabe na reforma íntima, para que o jogo termine com um placar favorável a elas.

Eu amo ajudar pessoas a se ajudarem, mas a parte que me cabe é apenas um percentual do que há a fazer.

 

CINCO PASSOS SIMPLES, PODEROSOS E RÁPIDOS

 

Estou assumindo que, se você ainda está lendo, não se zangou comigo com o item anterior porque, justamente, não se identifica com a autossabotagem, e sim com aquelas pessoas que descrevi no final, certo?

Então, vou explicar as regras do jogo e como lidar com cada uma das raízes para encontrar o equilíbrio.

 

Passo 1 – Você precisa conhecer os grupos em que todos na face da Terra estão enquadrados, identificados mais fortemente a um deles.

Conhecendo os grupos, você faz o teste e vê qual é o desafio de cada um deles, os motivos que o fazem se enquadrar neles e as ações reparadoras cabíveis, e é dessa forma que ficam claros quais são os seus Acordos Espirituais, que são exatamente o objetivo a ser atingido em cada fase do jogo, para poder passar para a próxima. Legal, né?

 

Passo 2 – Você começa a aplicar o que descobriu, e a vida começa a se movimentar, começam a aparecer as coincidências que são sinais de que você está no caminho certo, pessoas e informações começam a aparecer para tornar sua vida diária mais gostosa e agradável. Neste passo, cabe a você identificar o que mudou, se foi para melhor, quanto melhorou, enfim, prestar atenção em você mesmo, que é muito importante para o autoconhecimento.

 

Passo 3 – As quatro raízes ficam bem desenhadas na sua vida, você consegue ver claramente qual está menos desenvolvida, precisando ser alimentada, e qual está parecendo o Hulk, e está pesando mais nas escolhas e atitudes, levando para uma direção que não é a melhor para você...

As medidas para cada uma das raízes são diferentes, e ninguém melhor do que você, de posse do seu autoconhecimento, para escolher qual a medida a ser aplicada imediatamente, qual pode esperar, qual será necessária a seguir... Você começa a assumir o comando do seu Eu.

 

Passo 4 – Quando mexer numa determinada raiz que está desequilibrada esteja muito difícil, ou seja doloroso, você não precisa se preocupar em fazer grandes sacrifícios, porque há uma forma de levar o equilíbrio a essa raiz sem mexer nela. Gostou? Eu adorei descobrir isso...

É assim que se faz a limpeza do karma, e é em razão dela que os ciclos negativos e dolorosos, que antes eram constantes, deixem de se repetir. Quando você aprende a lição, não precisa mais do ensinamento, percebe?

 

Passo 5 – Usar uma coisa sensacional chamada SCAE, que você aplica intuitivamente depois de um tempo mínimo de treino, e que irá revelar rapidamente se você estiver cometendo erros nas suas escolhas, e o melhor, mostrará qual raíz é afetada, como e onde agir, e o que fazer...

 

Maravilhoso, não é?

Posso dizer que fez grandes efeitos na minha vida, e não é por outra razão que decidi me tornar profissional especializada em Acordos Espirituais.

Ter esse conhecimento me fez sentir vontade de revelar ao máximo de pessoas que eu puder, desde que estejam dispostas a mergulhar nessa jornada de autoconhecimento.

Minha intenção é ajudar, sim, mas o tempo urge, há muito a fazer, e só quem está disposto a caminhar é que irá seguir comigo.

Vamos juntos?

 

Conheça mais sobre meu trabalho clicando na imagem abaixo.

 

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