Descubra o que você combinou fazer nesta vida, com o Jogo da Autodescoberta:

Mais respeito por favor

Em 26/09/2017 , Comments

#maisrespeitoporfavor

O artigo de hoje fala de algo muito importante, tão sério que já no título coloquei uma # para propagarmos essa ideia adiante e conto contigo para isso. Falo de desrespeito. Preconceito. Homossexualidade. Dor. Vergonha. Aceitação. Raiva. Inveja. Falta de amor próprio. Tudo isso tem uma coisa em comum: respeito. Seja esse respeito para si ou para os outros.

Invasão

Diariamente somos invadidos por informações que acontecem nos quatro cantos do mundo. São catástrofes, notícias de mortes absurdas, roubos, corrupção e quando você acredita que já viu de tudo, algo nos surpreende e piora ainda mais a situação que vivemos. Estimulados a acreditar que a vida é uma porcaria, nos agarramos ao conhecido, aquilo que até pode não estar 100%, mas é o que temos para o momento, é terreno que já pisamos e por isso, aceitamos o que não está tão bom...

Raiva

Com raiva de tudo e de todos, consideramos ruim explorar formas diferentes de viver. Se não é conhecido, não é bom. Se fala diferente, ele (a) é que está errado. Nunca somos nós, sempre são os outros. E, quando envolve nossos tabus, medos, só piora a situação. Aí mesmo que decidimos não arredar pé do lugar que estamos, desapegar das nossas crenças, rever nossos relacionamentos e nossa forma de agir no dia a dia.

Internet

Com os avanços tecnológicos rápidos, quase que instantâneos, se sentir seguro é uma utopia. Uma ideia de algo que não existe. Acompanhar essa evolução é um desafio para todos que estamos vivendo nessa época! São tantas as informações novas, as novidades em todas as áreas da nossa vida vêm a galope. Quer queiramos, ou não. Com isso vem o chamado para romper com o velho e encarar o novo.

Tenho medo

Mas o que fazer com o medo que surge diante do desconhecido? Diante daquilo que não conseguimos controlar? Da falta de argumentos para influenciar as pessoas a serem como você sempre as conheceu? Que porcaria é essa de espiritualidade que dizem que preciso me conhecer, mergulhar em algo que no fundo não quero, porque vai me fazer ver o que não quero ver?

Autodefesa

Defendo o que é meu, o que é conhecido, a minha vida e para isso, eu ataco. Me revolto. Expresso minha indignação nas mídias sociais. Agredindo. Sendo venenoso. Invejoso. Traindo. Sendo desleal. Ceifando toda e qualquer possibilidade dessa informação chegar até você pelo amor. Quando estamos acuados ou nos retiramos, fugindo da situação, não querendo olhar ela com carinho, ou pulamos sobre ela querendo matá-la. Parece forte? Reflita comigo... Quantas vezes você defendeu seu ponto de vista como se fosse uma questão vital, de vida ou morte? Quantas vezes precisou que o outro desse a razão para você? Quantas vezes você precisou se sentir por cima das demais pessoas? Quantas vezes você precisou ter a última palavra... Eu te pergunto: Para quê? Por quê? O que de verdade há por trás dessas atitudes que acreditamos ser parte da nossa personalidade... “Eu sou assim e pronto! Me aceite!”

Consideramos normal o que não deveríamos

Aceitar o inaceitável é uma ofensa. Ofensa a si mesmo. Um ataque à sua essência. Um “deixa para depois” daquilo que deveríamos fazer aqui e agora! É hora de amadurecer. E quando falo de amadurecer é parar de ocultar a carência por trás das atitudes. Parar de manipular as pessoas por medo de não ser amado. Parar de desrespeitar os outros porque foge à sua compreensão. É chegada a hora de parar de generalizar. Acreditar que por ter acontecido uma vez ou por um período de tempo isso sempre irá acontecer. Acorde! Você está em um outro lugar, com outras pessoas, em um mundo que se renova e se reinventa todos os dias.

Sem paciência

As pessoas estão sem paciência para os joguinhos emocionais daqueles que são indiretos. Quanta energia colocada fora. Quanto cansaço desnecessário. Quanto sofrimento à toa. Quantos relacionamentos enroscados por falta de treino (Quer saber como mudar isso? >>Clique aqui<<), por falta de orientação. Quantos ataques acontecem apenas para se proteger, que não precisariam acontecer se estivéssemos abertos apenas à ideia do RESPEITO.

Mais respeito por favor

É hora de respeitar o que é aprendizado na vida das pessoas. Parar de julgar o que não conhecemos. Hoje está muito em pauta a questão da homossexualidade, mas não são apenas eles, e sim todos que cruzam nosso caminho. Respeitar as escolhas que levaram as pessoas a chegar onde estão. Respeitar seus Acordos Espirituais firmados antes de nascerem. Respeitar a dor alheia quando estão no meio do seu furacão interno.

Desafio

Desafio você que está lendo esse artigo a toda vez que quiser se sentir seguro, não sucumbir a vontade de manipular, de usar as palavras com segundas intenções e sim reconhecer que não está bem e precisa de ajuda. Desafio você a ler as palavras daquilo que escreveu e ver se gostaria que lhe escrevesse igualmente. Desafio você a conhecer mais de perto aquilo que tem medo, desconhece ou tem sentimentos ruins. Desafio você a toda vez que quiser olhar para o outro, voltar seus olhos para si mesmo. Para seus aprendizados. Para a sua vida. Para a pessoa que é hoje e ver se tens orgulho dela, se poderia falar bem de si mesmo, reconhecendo quais são suas verdadeiras necessidades, para então não usar de tudo e todos ao seu redor para se autoafirmar. Isso é autorrespeito. E quando nos respeitamos, oferecemos o mesmo para o mundo igualmente.

Por um mundo melhor

Se esse artigo fez sentido para você... Tocou profundamente seu coração, saiba que ele pode fazer o mesmo por outras pessoas e assim podemos construir um mundo muito melhor para viver. Por isso, passe essa ideia adiante. Seja através do seu comportamento, das suas palavras, do compartilhar desse artigo... Do que for... O que importa é fazermos a nossa parte, sendo honestos conosco e oferecendo o mesmo para as pessoas ao nosso redor. Mesmo que elas não estejam habituadas, que estranhem, alguém precisa começar... E esse alguém, eu acredito que seja você! Do contrário você não estaria lendo essas palavras...

Estamos juntos nisso! Conto contigo...

Um grande abraço,

Aline Schuz.